sábado, 9 de agosto de 2008

PSORÍASE

Psoríase, problema de pele que tem predisposição genética e acomete igualmente homens e mulheres. pode aparecer em qualquer idade, inclusive em crianças, sendo mais frequente na terceira e quarta décadas de vida. Atinge cerca de 2% da polulação mundial, ou seja, 190 milhões de pessoas em todo o mundo.
A psoríase é considerada uma doença inflamatória, imunomediada, ou seja, o sistema imunológico é quem provoca a inflamação. Dessa maneira, alguns leucócitos, chamados de células T, são estimulados em excesso e aceleram a proliferação das células da pele. Esse crescimento acelerado é o que provoca a formação de lesões elevadas, chamadas de placas, caracteristicamente avermelhadas e recobertas por escamas brancas. Para se ter uma idéia, na pele normal e saudável, as novas células levam cerca de um mês para migrarem para a superfície. Já na pele de uma pessoa com psoríase, esse processo pode levar apenas três a quatro dias para acontecer.
O desencadeamento da doença ocorre de diferentes maneiras. Um trauma na pele pode fazer com que as placas apareçam no local. Fatores como mudança de temperatura, estresse físico e psicológico e infecções podem agravar o quadro. Medicamentos a base de cortisona injetáveis ou tomadas via oral podem proporcionar uma melhora imediata, mas geralmente causam piora posterior.
Ao contrário do que muita gente pensa, a psoríase não é contagiosa e pode ser controlada. Mas é necessário que se faça um diagnóstico correto para que a doença não tome proporções mais graves, como áreas extensas de pele acometidas e dor e deformidade nas articulações, este último, conhecido como artrite psoríasica. Por se tratar de um problema que fica exposto o tempo todo, os pacientes sentem-se envergonhados. Mas com as terapias certas, indicadas por um médico, é possível ter uma vida completamente normal e saudável.
Para o tratamento tópico da psoríase, o laboratório farmacêutico Roche oferece dois medicamentos importados e inovadores, indicados para diferentes graus da doença. O Daivobet tem em sua composição a combinação das substâncias calcipotriol e betametasona, com uso uma única vez ao dia. Até então os dois principios ativos eram utilizados separadamente e aplicados várias vezes ao dia. Já o Daivonex é administrado no período de manutenção do tratamento. Além da maior comodidade, os medicamentos atuam mais rapidamente no organismo e apresentam resultados mais efetivos que quando usados separadamente.
(Fonte: BBC Brasil)

quinta-feira, 7 de agosto de 2008

Alzheimer: uma nova abordagem

Tratamento não-farmacológico auxilia cuidadores e portadores da doença a viverem com dignidade e qualidade de vida.

A população idosa é a que mais cresce no Brasil. De acordo com o IBGE, até 2025 serão cerca de 34 milhões de brasileiros na faixa acima dos 60 anos, que representarão 15% da população. Esta projeção é baseada na elevação da expectativa de vida no país. Atualmente, uma pessoa que nasceu em 2006 possui uma expectativa de vida de 72,3 anos.
"O envelhecimento da população não preocupa apenas a comunidade médica brasileira, pois esse movimento acontece em escala global. A melhoria das condições de vida, o avanço da ciência e o acesso a uma medicina mais voltada para a qualidade de vida do paciênte são os fatores que contribuem para o crescimento progressivo da população idosa" afirma o Dr. Paulo Renato Canineu, médico geriatra e gerontólogo.
Com o envelhecimento da população dois fenômenos se destacam, a senescência e a senilidade. O primeiro representa o processo natural de envelhecimento, ao qual todo ser vivo está submetido. Já a senilidade acontece quando, durante o processo de envelhecimento, há o esmorecimento da memória e limitações físicas. "Uma das doenças que mais fragiliza o idoso é a Doença de Alzheimer, pois ela ataca o sistema cognitivo do indivíduo e, dessa maneira, prejudica as relações interpessoais afastando a pessoa do convívio social e familiar" explica o Dr. Canineu.
A busca pelo bem-estar e a qualidade de vida do paciente tem direcionado a ciência e a medicina para atuarem em conjunto, reunindo especialidades que abordam o paciente de forma complementar. "A interdisciplinaridade resulta em uma medicina para prevenção, que reduz a incidência de doenças da senilidade e atenua seus fatores. Por exemplo, durante o V Congresso Mundial de Demência Vascular, em Budapest, foi demonstrado que a arteriosclerose se aproxima cada vez mais da doença de Alzheimer, pois a má circulação pode desencadear processos degenerativos" explica o especialista.
O Brasil figura no grupo dos dez países com mais idosos no mundo. China, Ìndia, EUA, Japão, Russia, Alemanha, Itália, França e Brasil juntos têm 62% da população mundial com mais de 60 anos de idade(IBGE-2005). De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), cerca de 1,2 milhões de brasileiros são portadores de demências.
Diante desse cenário, novas formas de abordagem da doença de Alzheimer, voltadas ao bem-estar e qualidade de vida do paciente, têm se mostrado bastante eficientes como coadjuvantes nos tratamentos farmacológicos. A Ciência não têm respostas, mas metade das pessoas não reage bem ao uso de remédios. Somente os mais sensíveis oferecem resposta positiva aos medicamentos.
"As abordagens interdisciplinares, entre especialidades médicas e não-médicas, resultam de uma combinação entre procedimentos que reeducam a pessoa por meio de um novo processo cognitivo. Acredita-se que o ser humano possui cerca de 100 bilhões de neurônios. No entanto, durante toda a vida, uma parte deles permanece em repouso no cérebro" esclarece o Dr. Canineu.
Em quadros de demência manifestada, a exemplo da doença de Alzheimer, calcula-se que há uma perda de pelo menos 40% dos neurônios (cerca de 40 bilhões), que são atingidas pelo processo de degeneração. A ciência se volta cada vez mais para para o que é possível fazer com os quais 60 bilhões de neorônios que ainda estão lá.
"A chave para a senescência pode estar no que chamamos de neuroplasticidade, a capacidade de um neurônio diferenciar-se em funções específicas e assumir àquelas das celulas que foram prejudicadas. Temos como exemplo os casos de pessoas que, ao sofrerem um Acidente Vascular Encefálico, perderam a fala e com o auxílio de técnicas de reabilitação a recuperaram" explica o médico.
Trabalhar a cognição é investir na capacidade de aprendizado do indivíduo, uma função sincrônica do cérebro que envolve a atenção, a percepção, a memória, o raciocínio, o juízo, a imaginação, o pensamento e a linguagem. É como ensinar novamente o paciente a aprender e, dessa maneira desenvolver os potenciais ainda existentes.
Pesquisas recentes também associam os hábitos alimentares ao desenvolvimento da doençade Alzheimer. De acordo com a Academia Americana de Neurologia, uma alimentação rica em ômega 3, presentes em subistâncias como óleo de canola, óleo de linhaça e óleo de nozes, pode reduzir os riscos de Alzheimer em até 60%. Ou seja, a doença de Alzheimer é uma lacuna no conhecimento sobre a mente humana. Podemos avaliar o que é o processo de degeneração e sua evolução. No entanto, não somos capazes de revertê-lo, apenas retardá-lo parcialmente e temporariamente por meio de atividades e hábitos que estimulam e preservam a saúde dos pacientes.

Doença de Alzheimer:

A doença de Alzheimer afeta pessoas de idade avançada, causando degeneração de partes do cérebro, com destruição celular e redução da reação das celulas restantes a muitas das substâncias químicas que transmitem sinais no cérebro. Ou seja, o portador perde gradativamente suasncapacidades cognitivas, físicas e motoras. Atualmente, cerca de 10% da população mundial acima dos 65 anos sofre da doença de Alzheimer, de acordo com a American Alzheimer's Association. Aos 85 anos, essa porcentagem é de 50%.


HILÉA

O Hiléa, centro de vivência e desenvolvimento para idosos do Brasil, é referência na abordagem não-farmacológica como coadjuvante no tratamento de portadores da Doença de Alzheimer.
Para mais informações visite o site www.hilea.com.br.
(Gente Ciente - janeiro/2008)

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Saúde: Alimentação

Especial
Você é...
...o que você come

E também quanto e como você come. Os alimentos podem ajudar ou prejudicar sua saúde. Mas não é recomendável sentar-se à mesa como se vai a uma farmácia ou lançar-se a excessos como um condenado em sua última refeição.

O prazer do equilíbrio é a chave de tudo



VEJA TAMBÉM
Nesta reportagem
• Quadro: Geografia do estômago
Exclusivo on-line
• Mais sobre alimentação
• Entrevista com Michael Pollan

Quando o francês Jean Anthelme Brillat-Savarin cunhou, em 1825, a expressão "diga-me o que comes e eu te direi o que és", referia-se, sobretudo, aos prazeres de uma boa refeição. Em seu tratado de gastronomia A Fisiologia do Gosto, a primeira obra sobre a relação do homem com a comida, ele dizia que a elaboração de um novo prato causava mais felicidade à espécie humana do que a descoberta de uma estrela. Pouco mais de um século depois, na década de 1950, o sabor de uma boa refeição ganhou um tempero de culpa com a descoberta de que a gordura, em excesso, trazia malefícios à saúde. De lá para cá, uma série de estudos vem contribuindo para medicalizar o pão (e a carne, e a massa, e o doce) nosso de cada dia. Para o bem e para o mal. Alguns alimentos passaram a ser vistos como venenos e outros, como remédios. Entre os dois extremos, está você, fazendo a conta de quantas calorias vai ingerir no almoço, imaginando se suas artérias entupirão de vez com a feijoada programada para o sábado e pensando se, afinal de contas, não seria melhor evitar beber o quinto copo de vinho tinto da semana. É claro que as descobertas de médicos nutrólogos e nutricionistas são para ser levadas a sério. Mas não é igualmente evidente que elas não devem servir para criar neuroses. Você é, sim, o que você come – desde que entenda que, quando nos sentamos à mesa, o fazemos por motivos que vão além da nutrição pura e simples. Entre eles, degustar iguarias, compartilhar um grande momento com os amigos, participar de rituais e cerimônias familiares e até explorar novas culturas (mesmo que isso signifique não ultrapassar os limites de um frango xadrez). Tudo isso se perde quando você começa a encarar uma refeição como uma ida à farmácia. Qual a saída? Ter uma dieta equilibrada – em qualidade e quantidade. Tão equilibrada que lhe dê a chance de, vez por outra, cometer alguns "crimes" nutricionais. "A manutenção da saúde deve ser uma conseqüência, e não o único objetivo do ato de comer bem", diz o americano Michael Pollan, autor do livro In Defense of Food (Em Defesa da Comida), que está na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times.

Pollan está certo, mas é um radical, digamos, livre demais. Ele chega a afirmar que "a nutrição está na mesma posição que a cirurgia no século XVII: é uma ciência jovem e promissora, da qual você não quer ser a cobaia". Menos, Pollan. Repita-se que não se trata de jogar no lixo as descobertas feitas ao longo do último meio século. Já está provado que, das dez doenças que mais matam no mundo, cinco estão diretamente associadas a uma dieta de má qualidade: obesidade, infarto, derrame, diabetes e câncer – sobretudo o de mama, o de próstata e o de intestino. "Quem quer que seja o pai de uma doença, a mãe foi uma dieta deficiente", diz o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Não é preciso ser um freqüentador compulsivo de spas de emagrecimento para perceber que basta uma semana de alimentação regrada, frugal e saudável para o organismo funcionar melhor. O hálito melhora, o cabelo fica mais sedoso, a pele mais viçosa. Surge o ânimo para acordar mais cedo e, por que não, fazer inclusive uma caminhada. "A boa alimentação favorece o metabolismo, o sono e a regularidade do intestino e controla os radicais livres, as moléculas responsáveis pelo envelhecimento celular", diz a nutricionista Cristina Menna Barreto, de São Paulo. Até o nosso humor pode ser modulado pela alimentação. Certos nutrientes têm efeito direto sobre a produção ou a inibição de determinados neurotransmissores, responsáveis pelas oscilações do estado de espírito. "Uma pessoa que acorda, toma uma xícara de café e não come nada até a hora do almoço tem maior probabilidade de ficar com o humor azedo", diz o nutrólogo Daniel Magnoni, do Hospital do Coração, de São Paulo. Existem, ainda, estudos que mostram a relação entre deficiência de ácido fólico e depressão. E uma pesquisa publicada recentemente no British Journal of Psychiatry indica que o uso de determinados suplementos nutricionais reduz a ocorrência de problemas de comportamento – entre eles a agressividade.

Muitos dos alimentos hoje demonizados foram essenciais para a evolução do homem. O consumo de carnes vermelhas garantiu a sobrevivência de nossos ancestrais em tempos de escassez de comida. Estocada sob a forma de tecido adiposo, a gordura animal representava a principal fonte de energia do pessoal das cavernas. Também se devem à dieta carnívora as proteínas que permitiram ao homem, entre outras coisas, criar o alfabeto, fabricar papel, inventar a tipografia e escrever livros que condenam... a carne. No século XVI, a inclusão da batata, tubérculo oriundo da América, no cardápio europeu possibilitou o ganho calórico que resultaria na Revolução Industrial. Mas nossos antepassados obtinham do mel e das frutas a quase totalidade do açúcar que constava de sua dieta. O doce vilão, que está na origem dos distúrbios metabólicos mais nocivos, não era onipresente como hoje. No entender de pesquisadores da história da alimentação, o gatilho para a epidemia de obesidade dos Estados Unidos, que se alastrou pelo mundo, foi justamente um açúcar: o amido de milho. "A adoção do milho é o fenômeno alimentar mais importante – e preocupante – da modernidade", diz o historiador Henrique Carneiro, autor do livro Comida e Sociedade. Dessa substância são fabricados os adoçantes e xaropes presentes em boa parte dos produtos industrializados, como os refrigerantes.

A fotógrafa americana Melanie Dunea lançou a seguinte pergunta a cinqüenta grandes chefs: "Se você fosse morrer amanhã, qual seria sua última refeição?". Em seu livro My Last Supper (Meu Último Jantar), foram poucos os que optaram por trufas, caviar e foie gras. A maioria escolheu refeições absolutamente simples. Gordon Ramsay, apresentador dos programas Hell’s Kitchen e Kitchen Nightmares, decidiu-se por rosbife com yorkshire pudding. A carne assada com molho, acompanhada de pudim salgado, é um clássico dessa licença nada poética chamada culinária britânica. E era um prato freqüente na mesa da família do escocês Ramsay. Jamie Oliver, chef inglês e também apresentador de programas de culinária, optou por spaghetti all’arrabiata e, de sobremesa, pudim de arroz. "É impressionante quão simples, rústica e despretensiosa é a maioria das seleções", escreve o chef Anthony Bourdain, no prefácio do livro. Ele próprio comeria em seu último jantar ossobuco com salsinhas e salada de alcaparras com torradas de baguete. "Há sempre uma volta às coisas da infância ou aos sabores regionais. A palavra ‘mãe’ é citada em pelo menos um terço das vezes", observou Bourdain em entrevista à revista americana Time. A lembrança de um prato não se resume ao seu sabor. Remete também a tempos felizes.

Ah, os refrigerantes, as batatas fritas, os hambúrgueres... Se eles não fossem tão gostosos, não teriam ganhado o planeta. Já as frutas, as verduras, os legumes... Bem, a verdade nua e crua (ou cozida, como queira) é que são alimentos difíceis de engolir para oito em cada dez pessoas (e para dez em cada dez crianças). Pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra, desvendaram os mecanismos cerebrais que tornam uma fritura mais apetitosa do que um rabanete. Eles descobriram que as comidas gordurosas ativam uma região cerebral conhecida como córtex cingulado, a mesma que se acende quando recebemos um carinho ou sentimos o cheiro de um perfume.

A educação dos sentidos, no entanto, não é tão difícil como parece. Há uma máxima antiga segundo a qual "as doenças não afetam quem sabe o que comer, o que não comer, quando comer e como comer". Isso está ao seu alcance. A chave, aqui, é cultural. Gostar de vegetais implica educar o paladar – e antes dele, óbvio, o cérebro. Na verdade, trata-se de uma reeducação. Foi comprovada a existência de um instinto natural de seleção da comida. Um estudo realizado nos Estados Unidos é particularmente interessante. Os pesquisadores entregaram a crianças de péssimos hábitos à mesa dez tipos de alimentos naturais. Ao longo de uma semana, privadas de sua dieta habitual, elas conseguiram combinar tais ingredientes de forma a construir uma dieta variada e saudável. Não se recusaram a comer nada, nem repetiram sempre o mesmo prato. A capacidade de adestrarmos nosso paladar de modo a extrair prazer de comidas antes intragáveis também ficou evidente graças ao inglês Jamie Oliver, aquele chatinho dos programas de televisão. Há três anos, ele realizou uma campanha para banir as porcarias dos lanches e refeições servidos às crianças nas escolas públicas inglesas. Oliver ajudou a promover mudanças drásticas nesse cardápio – a merenda "junkie" à base de nuggets e salsichas cedeu lugar a saladas, frutas e receitas italianas. Tudo isso acompanhado do desafio de agradar aos estudantes. Deu certo. Em poucas semanas, o paladar da moçada, "mascarado" pelo consumo abusivo de gorduras artificiais, ficou, como dizer, menos inglês.

Se ainda não veio à sua cabeça a expressão, aqui está ela: bom senso. Pois é, nesse caso não dá para variar. E bom senso significa não exagerar nem no consumo nem na privação. Quer um exemplo? A exclusão de carne vermelha da dieta é responsável por carências de ferro e vitamina B12, nutrientes fundamentais para o organismo. Mais: de nada adianta seguir cegamente dietas como a japonesa e a mediterrânea, tidas como as mais saudáveis, sem levar em conta que você não vive no Japão ou às margens do Mediterrâneo. Uma dieta para ser equilibrada e prazerosa tem de se combinar ao ambiente em que se vive e à genética de cada um. Coma de tudo um pouco e tente transformar o ato de comer numa experiência mais agradável do que se restringir a uma porção de brócolis ou se entupir de frituras. De vez em quando, dá vontade de comer um hambúrguer? Não se prive desse prazer. Coma com calma, sem tanta gordura pingando no prato. Esforce-se para que pelo menos uma de suas refeições diárias seja uma experiência estética e, com o perdão da palavra, sinestésica. Tente melhorar a apresentação dos pratos, capriche na combinação dos alimentos e no seu colorido. Você dificilmente (e põe difícil nisso) se tornará um Marcel Proust, que escreveu o primeiro romance do monumental Em Busca do Tempo Perdido a partir das evocações proporcionadas por uma madeleine – mas, decerto, será alguém mais saudável e feliz.
(Lailson Santos)( veja)

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Boas Maneiras

Esse vídeo fala de boas maneiras. Muito interessante!

sábado, 14 de junho de 2008

Mensagem

Bom dia!!!
Faça do teu dia um dia maravilhoso!!! Faça escolhas que te leve a um aprendizado, que te torne uma pessoa melhor!!!
Busque a felicidade a cada momento. Seja um eterno aprendiz.
(Everaldo Rocha)